O atual estágio
de desenvolvimento da ciência e tecnologia, bem como seu profundo
impacto nas nossas vidas, demonstram de forma inquestionável
o fascínio e a aptidão humana para a descoberta do
novo e a superação de limites. Muito do que ontem
era apenas ficção ou sonho, hoje é realidade.
Assim, vivemos hoje em dia uma das fases mais profícuas e
empolgantes da historia da ciência.
Quando pensamos
em quem faz ciência, a primeira imagem que aparece em nossa
mente de um cientista é aquela figura meio esquisitona, de
jaleco branco, cabelos arrepiados, óculos fundo de garrafa
e, claro, enfurnado em laboratório cercado por tubos de ensaio,
pipetas, etc...Tudo bem, eles existem. Mas nem só aos remanescentes
de Albert Einstein cabem os louros das descobertas fantásticas
capazes de revolucionar a saúde, a educação
ou a política de um país. A pesquisa científica
é democrática emtodos os sentidos. É também
objeto de desejo de jovens universitários brasileiros que
descobrem o prazer da investigação nas várias
áreas do conhecimento. E o Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico (CNPq), órgão
do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), incentiva
esta atividade com seu Programa Institucional de Iniciação
Científica (PIBIC), contando atualmente com mais de 20.000
bolsistas em todo o país.
A UFSC também
estimula as atividades de pesquisa entre seus estudantes de graduação
com o Programa de Bolsas de Iniciação à Pesquisa
(BIP) e o Seminário de Iniciação Científica
(SIC), neste ano em sua 17ª. edição, é
o ponto culminante deste esforço conjunto para formar novos
pesquisadores nas mais diversas áreas do conhecimento. Esta
formação é fundamental para o desenvolvimento
sócio-econômico e soberano de uma nação.
Este evento
permite que os estudantes da UFSC apresentem os resultados de seus
estudos não só à comunidade universitária,
mas também à Sociedade, em retorno
aos investimentos públicos em uma universidade pública,
gratuita e de qualidade.